Queridas, Mamães,
Uma simples homenagem
Mãe.
Clique na imagem e leia a mensagem
sábado, 10 de maio de 2008
domingo, 24 de junho de 2007
Inseminação Artificial..
Inseminação artificial 'pode permitir mudança genética'
Crianças concebidas por um método de inseminação artificial poderiam carregar DNA de bactérias nos seus cromossomos, segundo um estudo da INIA, a agência de pesquisas agrícolas da Espanha.
Na pesquisa – que foi publicada nas revistas especializadas New Scientist e Human Reproduction –, o esperma de ratos foi misturado com bactérias E. Coli para verificar se algum tipo de mudança genética aconteceria.
Em seguida, o esperma foi introduzido em óvulos de ratos, e alguns dos embriões resultantes dessa fertilização realmente continham um gene da E.coli.
O especialista britânico Simon Fischel, da organização Care Fertility, ressaltou, no entanto, que não existem registros de quaisquer problemas provocados por processos como os descritos pelos cientistas espanhóis.
"O risco permanece teórico por enquanto. Mas, mesmo se outro DNA tivesse se transferido para as crianças, tampouco existem indícios de que isso fosse manifestar outros problemas", afirmou Fischel.
"Há tantos outros fatores que podem afetar o nosso estilo de vida que talvez sejam até mais tóxicos."
ICSI
O método usado pelos pesquisadores espanhóis é conhecido como ICSI, a sigla em inglês para injeção intracitoplasmática de espermatozóide.
Cerca de metade dos procedimentos de inseminação artificial em vários países, entre eles a Grã-Bretanha e os Estados Unidos, utilizam este processo.
Os cientistas estavam misturando DNA com esperma antes da injeção para descobrir se o ICSI poderia ser útil para a produção de animais geneticamente modificados.
A partir da pesquisa inicial, os especialistas tiveram a curiosidade de saber se o DNA de crianças que foram concebidas por meio de ICSI poderiam ter sido acidentalmente contaminados, caso a amostra de esperma utilizada tivesse sido contaminada por uma bactéria.
No entanto, para chegar às conclusões publicadas, a pesquisa espanhola utilizou concentrações altas de bactérias que normalmente poderiam ser detectadas ao microscópio por técnicos de inseminação artificial.
Para a doutora Maryse Bonduelle, da Universidade Flamenga Livre de Bruxelas, na Bélgica, as descobertas não devem causar alarde.
"Não acho que exista a necessidade de alarmar os pacientes ou mudar os procedimentos no momento."
Marcadores: bebe, Curiosidade
Cadê a cegonha?
Há muitos motivos que podem retardar ou impedir que alguns casais realizem o sonho de ter um filho. De cada 100 casais, 80 conseguem “engravidar” depois de manter relações sexuais por até um ano sem o uso de qualquer contraceptivo. Os outros 20 não são bem sucedidos no seu desejo.
E cada dia que passa sem sucesso, a ansiedade pela espera do tão desejado filho aumenta, podendo atrapalhar os planos de quem quer engravidar. A ansiedade altera o sensível sistema hormonal do corpo da mulher e faz com que o cérebro passe a produzir substâncias capazes de bloquear as funções reprodutivas e até mesmo alterar a ovulação. Portanto, relaxe!
Quando a ansiedade não é o problema, o casal terá que investigar as causas que fazem a reprodução ser difícil. Existem exames que identificam a fertilidade do homem e da mulher individualmente.
Os mais comuns realizados em mulheres são os hormonais, a avaliação clínica dos ciclos menstruais e ultrassonografia para verificar o tamanho do ovário e presença ou não de cistos. Em homens, são realizados exames clínicos dos testículos e pênis, uma avaliação da função sexual desses órgãos e um espermograma para verificar quantidade e qualidade dos espermatozóides.
A barriga não cresce - As causas da infertilidade não são maiores em homens ou mulheres. Tanto fatores masculinos quanto femininos são a razão da dificuldade da geração de um filho, isso quando a causa não é a interação entre o casal. O ideal é que depois das avaliações clínicas, o homem inicie primeiro a investigação mais profunda, já que os procedimentos são mais fáceis de serem realizados do que os feitos pelas mulheres.
Além da ansiedade, outras alterações podem impedir a gravidez, entre elas a endometriose (camada do útero em lugar errado), infecções genitais, hiper ou hipotiroidismo (produção insuficiente de hormônios), tumores de hipófise e diabetes grave e sem controle.
Mulher madura - A idade avançada da mulher também é fator de dificuldade para engravidar. As chances diminuem após os 35 anos e a probabilidade é ainda menor quando a idade da mulher ultrapassa os 40 anos.
Para o tratamento, em muitas situações, uma medicação para induzir a ovulação e relações sexuais programadas são medidas suficientes para que o casal consiga engravidar. Existem outras técnicas mais avançadas, como a inseminação artificial, onde os espermatozóides são colhidos em laboratório e os melhores são colocados no útero da mulher.
A fertilização in vitro é a técnica onde a mulher toma injeções de hormônios diárias para induzir a ovulação. Quando isso acontece, os óvulos são retirados, fecundados em laboratório e recolocados no útero.
As chances de resultados positivos das técnicas utilizadas são variáveis. As melhores taxas percorrem a probabilidade 25% de gravidez. Para casais que ainda não desejam ter filhos, o melhor é que deixem esse tipo de preocupação para quando quiserem engravidar e aproveitem o momento a dois.
Marcadores: Curiosidade, fertilidade, Gravides, Psicologia
quinta-feira, 21 de junho de 2007
Eu Engravidei e Agora..?
Como vai ser minha vida assim que eu engravidar? Será que vou saber educar meu bebê? Ele vai me amar? Essas e muitas outras dúvidas passam pela cabeça de quem vai ter um filho. Mas, desta vez, futura mamãe, não estamos falando de você, e sim do pai da criança. Uma gravidez, mesmo se planejada, muda definitivamente a vida do homem, o que o deixa inseguro.
Um filho, principalmente quando é o primeiro, faz o homem repensar sua identidade e modificar sua relação com as pessoas. E mesmo sentindo-se muito feliz com o acontecimento, ele também fica confuso só de pensar no "que vem por aí".
É por isso que o futuro papai pode ficar cheio de medos, parecendo, às vezes, até apático. Mas fique tranqüila: não se trata de seu sentimento em relação à criança. No fundo, ele está em estado de choque e não sabe como agir.
Esse sentimento de insegurança parece ainda mais intenso nos dias de hoje, pois ser pai é diferente do que era antigamente. Agora, os homens não se contentam apenas em sustentar a família: eles querem participar ativamente das consultas do pré-natal, ver o crescimento do feto, estar com a mãe na hora do parto.
Com uma ligação tão estreita, é natural, então, que os medos sejam bem parecidos com os da mãe, mas sob um ponto de vista diferente.
São tantas emoções
Mudanças sociais e psicológicas podem deixar o homem bastante inseguro durante a gestação. É por isso que você também deve, mesmo que vocês não formem um casal, ficar ao seu lado e apoiá-lo. O seu bebê só tem a ganhar com essa relação saudável e madura.
Verdade seja dita: na gravidez, a mãe é o centro das atenções, pois é ela quem carrega a criança e passa por uma série de transformações físicas. Com isso, é muito comum o pai se sentir perdido e, pior, não ter com quem dividir suas dúvidas e pensamentos. Veja algumas coisas que passam pela cabeça masculina:
- A mudança da condição de filho para a de pai. Esta mudança no papel social é uma das que mais causam apreensão. Afinal, a partir de agora o homem tem de se responsabilizar pela existência de outro ser. E assumir responsabilidade dá mesmo um friozinho na barriga, não é?
- A alteração da condição de casal para família. Não tem jeito, por mais que a gravidez tenha sido planejada, quando a mulher anuncia que um bebê vai entrar na jogada, além da alegria, o homem pode sentir muito ciúme. É a velha história do "vou ter de dividir a atenção da minha esposa". Outro tema que acaba roubando o sono do seu parceiro é o sexo, que provoca um turbilhão de pensamentos, entre eles, "será que vamos continuar nos relacionando?" ou "será que o sexo pode machucar a mulher ou o bebê?".
- O inconsciente vem à tona. Quando o exame de gravidez dá positivo, além das emoções com o que está por vir, conflitos familiares que estavam bem guardados vêm à tona. A relação com os pais é muito marcante em nossa vida, e a forma como crescemos acaba se projetando em nossos pensamentos. Se o pai era ausente, por exemplo, esse sentimento acaba sendo "atualizado", o que gera um temor de se repetir a mesma criação.
- Ciúme, ciúme, ciúme. O fato de você vivenciar as transformações físicas também pode deixar o homem com ciúme, levando-o até a se sentir excluído da situação. É por isso que alguns homens acabam ficando apáticos, agindo como se não ligassem para a gravidez.
Conversar é sempre a melhor solução
Como você pôde ver, o pai do seu futuro bebê também tem muitas dúvidas e pode ficar bastante inseguro durante a gravidez.
Para mudar essa situação, procure sempre ouvi-lo e apoiá-lo. O casal que conversa pode resolver os problemas e dúvidas com mais facilidade e, com isso, todo mundo sai ganhando, principalmente o bebê!
Marcadores: bebe, Curiosidade, Gravides, Psicologia
Infertilidade.?
Há algum tempo vocês estão planejando mais um bebê para a família. Porém, para a frustração do casal, dessa vez todas as tentativas ainda não se concretizaram ou então, quando conseguiram a gravidez, esta não completou os nove meses. Começam, então, os primeiros questionamentos: O que está acontecendo? Existe alguma coisa errada?
É difícil de acreditar, mas pode haver problema de infertilidade. "Mas como isso é possível se eu já fiquei grávida uma vez?".
O que é infertilidade?
Especialistas consideram um casal infértil quando, após um ano de relacionamento sexual sem contraceptivos, eles não conseguem engravidar. Ela pode ser classificada como primária, quando não houve gestação anterior; e secundária, quando já houve gestação, mas existe dificuldade nas tentativas seguintes. Estima-se que cerca de 60% dos casais apresentam infertilidade secundária.
O que causa?
As causas da infertilidade secundária são as mesmas da infertilidade primária: bloqueio de trompas, endometriose, ovulação pobre, pouca quantidade de espermatozóides ou pouca qualidade dos mesmos, entre outros motivos. Especialistas explicam que, seja qual for a causa, ou ela se desenvolveu ou evoluiu desde a primeira gestação.
Outro motivo é a idade. Hoje, muitas mulheres optam por ter um filho mais velhas, depois que a carreira profissional já está consolidada. A dificuldade aparece porque, com o passar do tempo, há uma diminuição da quantidade de óvulos.
Como o problema pode variar de casal para casal, é importante sempre consultar um especialista para ter certeza do que realmente está acontecendo.
O que fazer?
Antes de mais nada, não se sinta culpada por não conseguir engravidar. A ansiedade pode interferir. Se vocês estão tentando ter um filho há mais de dois anos, é hora de procurar ajuda.
Hoje existem diversas técnicas disponíveis para o tratamento da infertilidade que possibilitam que casais possam ter filhos.
Não se preocupe: a alegria de ter um filho pode estar mais perto do que você imagina.
Revisado por Dra. Zsuzsanna Di Bella, ginecologista e obstetra.
Marcadores: Curiosidade, fertilidade, Gravides, Psicologia
terça-feira, 19 de junho de 2007
Ele Chegou e Agora..?
É muito comum o casal enfrentar momentos de crise com a chegada do bebê. O novo membro da família requer total atenção, o corpo da mulher sai dos padrões estéticos, mudanças na barriga, peito, cheiro, cansaço, comportamento instável. Além disso, o homem sente-se excluído. É freqüente a mãe se dedicar tanto ao filho e não dar mais atenção ao marido. Pesquisas demonstram que o nascimento do primeiro filho pode prejudicar a vida do casal chegando até a provocar o término do casamento. O casal fica estressando com tantas mudanças, afinal ninguém nasce sabendo como ser pai e mãe. É um aprendizado que se faz com a prática, enfrentando situações difíceis do dia-a-dia.
Imagine o casamento sem filhos, os momentos de privacidade, autonomia marido e mulher um se dedicando ao outro. Agora imagine o casamento com um bebê, o casal perde a liberdade e autonomia, é necessário muito esforço para preservar a identidade de casal. Até a maneira como se chamam pode mudar para mamãe e papai, o que não podemos esquecer é que antes de serem pais já eram um casal!
Para que seja preservada a vida de casal, com todas estas dificuldades enfrentadas com o nascimento, principalmente do primeiro filho, é importante que marido e mulher prestem muita atenção nos itens abaixo:
- Conversar muito durante a gestação sobre as possíveis mudanças que o nascimento do filho pode trazer.
- Acostumar o bebê a dormir no próprio quarto desde o início, só assim poderá ser preservada a intimidade do casal.
- Os momentos a dois só irão trazer benefícios tanto para a relação de vocês, como também para o seu bebê. Pois não adianta ficar integralmente ao lado da criança sentindo cansaço, frustração, tristeza.
- Preservar momentos a dois, namorar, sair encarando a culpa de deixar a criança em casa.
- Dividir tarefas com o marido nos cuidados com o bebê, deixando o marido entrar na relação mãe bebê.
Ficando atento a estas mudanças que o nascimento de um filho pode provocar em suas vidas e se preocupando em conservar a relação casal, vocês irão ganhar muito mais do que perder com a chegada do bebê. É importante sempre lembrar que se o seu relacionamento marido mulher estiver bem tudo fica muito mais fácil!
Marcadores: bebe, História, Psicologia
sábado, 16 de junho de 2007
Bebe e o Sono.

Até os dois meses de idade o bebê dorme em média 20 horas por dia. Coisa da natureza, que sabe da importância do sono no desenvolvimento e maturação do bebê. É durante o sono que a assimilação do que foi vivido durante a vigília se concretiza e os hormônios de crescimento são liberados em maior intensidade, por isso, um sono tranqüilo é indispensável à manutenção da saúde física e mental da criança.
O lugar onde o bebê dorme deve ser arejado, claro durante o dia e escuro a noite. Nada de manter as cortinas fechadas durante o dia. O bebê está em pleno processo de aprendizagem, por isso é importante que se faça separação entre o dia e a noite. Roupas confortáveis, canções de ninar e a certeza de que em caso de necessidade será atendido, são fatores que contribuem para um repouso eficaz.
Sabendo que o natural é que o bebê durma bem, podemos avaliar se há algo errado com ele observando a quantidade e qualidade do seu sono. Bebê que passa a noite inteira chorando não está bem. Isso não quer dizer que ele esteja doente, nem com fome, nem com a fralda molhada, nem com cólicas. Pode ser que ele esteja apenas inseguro, sentindo saudade do aconchego do útero materno e que precise ser acolhido nos braços e envolvido no abraço de um adulto amigo. O bebê reflete o ambiente em que vive. Se as pessoas que se ocupam dele estão ansiosas, cansadas e indispostas, o pequeno vai sentir e ressentir-se disso.
Uma coisa muito importante a ser observada e respeitada é o sono REM do bebê. REM é a abreviação de "rotative-eyes-movment" que quer dizer "movimento rotativo dos olhos".
O sono REM, que todo nós temos, é muito freqüente nos recém-nascidos. Quanto menor é o bebê, mais rápidos e mais freqüentes são seus sonos REM. Conforme o bebê vai crescendo, o soninho REM dele fica mais longo e ocorre em intervalos maiores.
O sono REM do bebê, assim como o nosso, é sagrado, pois é durante o sono REM que o bebê elabora todos os acontecimentos que viveu. É muito importante que elezinho complete o ciclo de sono REM, para elaborar suas experiências e seus desconfortos, acordando novinho em folha e feliz, pronto pra vida!
É claro que todo o sono do pequeno deve ser respeitado. Porém, o sono REM requer mais atenção ainda, pois qualquer interferência no bebê quando ele está em pleno sono REM, pode afetá-lo. Quando despertado ou perturbado durante o sono REM o bebê fica extremamente irritado (aliás, nós adultos também) e com toda razão.
Atenção: muitas vezes o bebezinho está em sono REM com os olhinhos abertos ou semicerrados, fazendo caretinhas e até rindo, e a gente se engana pensando que ele está acordado. Aí a gente pega ele... e pronto ele acorda pê da vida e fica irritadiço durante todo o tempo que se segue. Muito cuidado portanto. Respeite o sono do bebê para ele respeitar o seu!
Assim, não pegue o bebê se ele estiver em sono REM. Caso ele esteja no seu colo, fique com ele até o sono REM terminar - não dura muito, é coisa de 2 ou 3 minutos. Quando passar a fase REM, coloque-o no berço delicadamente que ele continuará dormindo.
Marcadores: bebe, Curiosidade
